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Publié par Société Française d'Ethnoscénologie (SOFETH)

Lançamento do livro "A PERFORMANCE BANTU DO CAXAMBU" de Sara Passabon Amorim acontece dia 04 de maio em Vitória

A editora Cousa lança no começo de maio uma obra dedicada ao estudo do caxambu e suas raízes africanas. De autoria da pesquisadora Sara Passabon Amorim, o livro analisa a manifestação do caxambu nas comunidades tradicionais do sul do Espírito Santo, envolvendo um intenso mergulho da autora nesses lugares e em Moçambique, na África. 

Para César Huapaya, professor da Ufes e encenador, o estudo de Sara "consegue fazer a relação da construção da performance bantu e seus elementos de jogo e performatividade nas comunidades do sul do Espirito Santo. Um trabalho de garimpo e de resgate da cultura capixaba."

O prefácio do livro foi escrito por Zeca Ligiéro, professor da Unirio e encenador, que se refere à publicação como uma bibliografia de referência das peculiaridades do caxambu.

A autora é pesquisadora, diretora teatral, e pedagoga/educadora. Financiado pela Lei Rubem Braga de Cachoeiro de Itapemirim, A performance bantu do caxambu nasceu de sua tese de doutorado nos estudos das performances Afro-brasileiras no Programa da Pós-graduação em Artes Cênicas (PPGAC/UNIRIO).

Serviço:
Livro: A PERFORMANCE BANTU DO CAXAMBU: ENTRE A ANCESTRALIDADE E A CONTEMPORANEIDADE 
de Sara Passabon Amorim
Dia 04 de maio, quinta-feira
- Bate-papo com a autora 
mediação de Cesar Huapaya
Das 14h às 16h
Cemuni V, sala 2, Ufes (Campus Goiabeiras), Vitória-ES, Brasil

- Lançamento do livro
Das 19h às 21h
> Laboratório Cousa, 
> Rua Sete de Setembro, 415, 
> Centro Histórico de Vitória-ES, Brasil

> Valor: 25 reais (cartões de crédito e débito, dinheiro)
> informações: 27-999560277
facebook.com/editoracousa


Orelha escrita por Cesar Huapaya

> O estudo da performance introduz um novo olhar e uma nova forma de descrever as práticas performativas. A performance vai descontruir vários conceitos considerados clássicos. No lugar da encenação, surge o contexto cultural, a diferença e a alteridade. Os elementos rituais, cotidianos, políticos, são redes de criações e construções nos tecidos performativos das sociedades. 

> Nas práticas performativas do caxambu e do Jongo em Cachoeiro do Itapemirim no Sul do Espírito Santo, encontramos vivas e reinventadas as práticas africanas que sobreviveram no Espírito Santo. Sara Passabon nesse livro faz um diálogo entre os estudos da performance e a antropologia. Um denso documento histórico das práticas performativas do Caxambu, também encontradas sob a denominação de Tambu e Jongo no sul do Espírito Santo.
> Seu estudo se detém nas investigações no Sul do Estado em três grupos de Caxambu de Cachoeiro de Itapemirim: Caxambu da Velha Rita (Bairro Zumbi); Caxambu Santa Cruz (comunidade Monte Alegre); e Caxambu Alegria de Viver (comunidade Vargem Alegre).

> Com vigor de atriz e encenadora performer, Sara Passabon mergulha com carinho e esmero nessa pesquisa inédita do povo Bantu no Espírito Santo e na performatividade do caxambu. Como pesquisadora na história da cultura Bantu em terras capixabas, ela faz uma correlação entre o ritual, o jogo e as performances afro-brasileiras. Como cita Sara: “que são constituídas pela composição das tradições e memórias trazidas da África e (re) inventadas na ritualização de sons, gestos, movimentos, entrelaçados no jogo de recriação”. 
> Sua pesquisa consegue fazer a relação da construção da performance Bantu e seus elementos de jogo e performatividade nas comunidades do sul do Espirito Santo. Um trabalho de garimpo e de resgate da cultura capixaba. Falando das forças motrizes (Zeca Ligiéro), a memória, a tradição do negro no Brasil e a contemporaneidade. Salubá Sara Passabon!!!! Que dá a palavra à mulher no caxambu e foi na África buscar fontes para sua pesquisa. 
>
A performance bantu do caxambu

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